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Categoria: Atuações

É uma cirurgia realizada com o uso do sistema cirúrgico da Vinci® (Intuitive Surgical EUA), um dispositivo robótico sofisticado que, como na vídeo cirurgia, permite o acesso do cirurgião dentro da cavidade torácica através de pequenas incisões de 1 cm. O cirurgião controla os movimentos do robô a partir de um console dentro da sala de cirurgia. O uso desta técnica combina a visão 3D de alta definição (HD) com o movimento articulado das pinças EndoWrist® permitindo:

  • Maior precisão de movimentos: o sistema filtra o tremor das extremidades das mãos que podem ser gerados pelos próprios batimentos cardíacos e respiração do cirurgião;
  • Maior agilidade e controle: aumentam a amplitude de movimentos dos instrumentos cirúrgicos, que são articulados e simulam os movimentos de nossos punhos e mãos, em áreas extremamente pequenas, aumentando a capacidade do cirurgião de realizar ângulos dentro da cavidade;
  • Maior eficiência cirúrgica: com uma visão 3D e os movimentos ampliados, a capacidade de dissecar estruturas delicadas aumenta sensivelmente, facilitando cirurgias que antes eram realizadas com grandes incisões.

Cirurgia Torácica Robótica


Até recentemente, quando se fazia um diagnóstico de alguma doença torácica como câncer de pulmão, tumor de mediastino ou patologia do timo (Miastenia Gravis) que necessitasse de uma cirurgia, você até geralmente só tinha algumas opções:

  • Cirurgia tradicional – Cirurgia clássica que requer uma grande incisão aberta, as vezes com fraturas de costelas, com grande tempo de recuperação, tendo que ficar afastado de suas atividades habituais por um grande período de tempo;
  • Videotoracoscopia – cirurgia minimamente invasiva com pequenas incisões, assistida por vídeo, mas às vezes limitada devido a baixa amplitude de movimentos dos instrumentos de vídeo.


Com o advento da cirurgia robótica, existe agora uma alternativa à cirurgia tradicional e por vídeo, uma técnica inovadora e já consagrada na literatura médica, utilizada para tratar muitas doenças torácicas. A cirurgia robótica é uma das opções de tratamento cirúrgico mais eficazes e menos invasivas disponíveis atualmente no mundo.


Benefícios da cirurgia robótica


Em comparação com a cirurgia tradicional e por vídeo, os benefícios da cirurgia torácica robótica incluem:

  • Menos dor na área operada;
  • Tempo de internação mais curto;
  • Cirurgia mais precisa;
  • Recuperação mais rápida;
  • Retorno precoce às atividades normais do paciente como trabalho, estudo e atividade física;
  • Menos complicações possíveis como sangramento e infecções,
  • Cicatrizes das incisão na pele menores e menos perceptíveis.

Doenças torácicas que geralmente tratamos com cirurgia robótica:

  • Timoma – um tumor pouco comum do mediastino anterior, que pode estar associado à distúrbios do sistema auto-imune;
  • Tumores do mediastino – qualquer neoplasia (benigna ou câncer) que aparece no mediastino, a área entre os pulmões. Mediastino é a área da caixa torácica entre os pulmões que contém o coração, o esófago, traquéia, timo e a aorta torácica;
  • Miastenia gravis – uma doença neuromuscular que envolve a glândula timo. Pessoas com miastenia geralmente tem fraqueza nos músculos voluntários (geralmente músculos do rosto e pescoço). Para tratar esta doença, uma das opções é a retirada da glândula timo, localizada no mediastino;
  • Câncer de pulmão.

Durante uma Cirurgia torácica robótica:

  • São realizadas quatro pequenas incisões de 1cm, para permitir que o robô acesse o tórax;
  • O cirurgião coloca os instrumentos, os braços do robô (EndoWrist®) na cavidade torácica do paciente, através dessas incisões. Eles são equipados com diversos instrumentos cirúrgicos, inclusive uma câmera 3D de alta definição;
  • O cirurgião senta-se em um console, com uma visão de imagem 3D, ampliada e de alta resolução do campo cirúrgico;
  • A partir desse console, o cirurgião manipula os controles principais que respondem aos seus movimentos em tempo real;
  • O robô, com a assistência de um computador, transmite os movimentos precisos da mão do cirurgião para os braços robóticos, aumentando a exatidão destes movimentos, pois o sistema filtra o tremor das extremidades das mãos, que podem ser gerados pelos próprios batimentos cardíacos ou respiração do cirurgião;
  • Todos os movimentos do robô são realizados pelo cirurgião.

Nossa equipe realiza cirurgia robótica desde 2010, o Dr. Alexandre de Oliveira foi um dos primeiros cirurgiões do Brasil a ter treinamento nos EUA em 2008 pela ©Intuitive Surgical, Inc

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Diagnósticos:

EBUS

Mediastinoscopia

Pleuroscopia

Terapêuticos

IMPLANTE DE CATETER DE DRENAGEM PLEURAL PLEURX – PARA USO DOMICILIAR

Pleurodese

Pleurectomia

Descorticação pulmonar

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Em breve informações sobre Implantes de catéter para quimioterapia ou transplantes

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Em breve informações sobre Doenças da traqueia

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O que é miastenia grave?

Miastenia grave é uma doença que impede a comunicação natural entre nervos e músculos e causa fraqueza e fadiga incomuns

A miastenia grave (miastenia gravis) é uma doença crônica caracterizada por fraqueza muscular e fadiga rápida quando o músculo é exigido. Esse cansaço tende a aumentar com o esforço repetitivo e a diminuir com o repouso.

As palavras “Myasthenia gravis” têm origem grega e latina, “mys” = músculo, “astenia” = fraqueza e “gravis” = pesado, severo. Daí o nome, que significa fraqueza muscular grave. É causada por uma súbita interrupção da comunicação natural entre nervos e músculos.

Aparece mais frequentemente como uma doença autoimune – causada pelo ataque de anticorpos às fibras musculares, impedindo a sua contração. Como resultado, as fibras musculares afetadas acabam se atrofiando ou se degenerando, causando dificuldades para realizar movimentos como abrir e fechar os olhos, falar, mastigar, engolir, mover a cabeça, pegar, andar.

Há também formas congênitas de miastenia, adquiridas por herança genética (no nascimento)
Nessas formas, um ou mais genes – que são como receitas para a construção de proteínas no nosso organismo – apresentam mutações, que resultam em má-formação de estruturas nos nervos ou nos músculos e, consequentemente, em dificuldades para realizar movimentos.Os sintomas mais comuns são:

  • Visão dupla
  • Ptose palpebral (pálpebras caídas)
  • Dificuldade para falar ou engolir
  • Cansaço ao mastigar
  • Dificuldade para respirar
  • Dificuldade de sustentação da cabeça
  • Fraqueza nos músculos dos braços e pernas
  • Cansaço rápido depois de movimentos repetitivos

O tratamento pode ser dividido em três fases:

1- Tratamento sintomático

Cerca de 10% dos miastênicos podem ser tratados somente com medicamentos que combatem apenas os sintomas da doença, como fraqueza muscular, fadiga extrema, entre outros.

Explicando melhor: Quando desejamos, por exemplo, falar ou piscar, o cérebro lança um comando que viaja pela medula, passando pelos nervos até chegar ao músculo que fará o movimento ou a ação pretendida. A informação que sai do cérebro é levada por esse caminho por um neurotransmissor, chamado acetilcolina.

Quase todos os miastênicos produzem anticorpos contra o receptor da acetilcolina. Então, ao tomar piridostigmina, que é o usado até mesmo pelo SUS, o paciente tem sua quantidade de acetilcolina aumentada, o que reduz os sintomas da MG, mesmo sem realmente tratar a causa da doença.

2- Tratamento de manutenção

Aproximadamente 90% dos pacientes de Miastenia Gravis precisam do tratamento de manutenção, geralmente associado à piridostigmina.

O medicamento mais usado para isso é corticoide, principalmente prednisona, prednisolona. Apesar de eficaz, corticoides têm efeitos colaterais, se usados por longo período e, principalmente, em doses elevadas. Nesses casos, pode levar a diabetes, catarata, osteoporose, obesidade e/ou estrias.

Para pacientes com efeitos colaterais intoleráveis, o recomendado é o uso de imunossupressores, mas estes têm efeito ainda mais demorado como a azatioprina, por exemplo.

Os imunossupressores agem como “poupadores” de corticoide, pois também diminuem a produção de anticorpos, levando à necessidade de menor dose de corticoide ou até mesmo substituindo-o completamente.

A associação de imunossupressor com corticoide faz com que o efeito da prednisona, por exemplo, seja amplificado.

3- Tratamento de emergência

A crise miastênica é o quadro mais grave da MG. Ela pode ter uma causa específica, como uma infecção, e quanto mais grave essa infecção, maior o risco de crise miastênica.

Quando o paciente está em crise miastênica ou apresenta alto risco para tal, há a necessidade de acabar rapidamente com os anticorpos destruidores do receptor da acetilcolina.

Para esses casos, há dois tratamentos mais usados. Um deles é injetar imunoglobulina na veia do paciente, medicamento que vai anular os anticorpos existentes e interromper a produção dos mesmos. Por ser uma dose alta, a imunoglobulina intravenosa costuma ser dividida em cinco dias. O efeito ocorre dentro de uma semana e dura cerca de um mês.

O outro tratamento é a plasmafarese, que é um processo que filtra o plasma – a parte do sangue onde ficam os anticorpos. São necessárias cinco sessões, geralmente num período de 10 a 15 dias. O efeito costuma vir também dentro de uma semana, e dura por tempo parecido com o da imunoglobulina.

Esses tratamentos exigem internação hospitalar ou, pelo menos, o uso de hospital dia. Isso porque o processo deve ser lento e controlado, além de poder causar algum processo alérgico ou outro efeito colateral, o que é raro.

Quando a cirurgia é uma alternativa

A Miastenia Gravis pode ser uma doença secundária ao câncer de timo, uma glândula que faz parte do nosso sistema imunológico. O timo é bem pequeno e fica localizado entre os pulmões e à frente do coração, o mediastino. Se ele não funciona bem, aumenta o risco de infecções e de doenças autoimune, como a miastenia.

Em torno de 10% dos miastênicos têm tumor de timo (timoma). Esses pacientes produzem anticorpos para combater o tumor, que acabam também reconhecendo o receptor de acetilcolina erroneamente como um “invasor”. Em 100% dos casos de suspeita de timoma, com ou sem mistaenia, a recomendação é a retirada completa do timo (timectomia).

A cirurgia de timo, entretanto, também pode ser muito bem indicada para pacientes sem tumor, como nos casos refratários (em que não se consegue compensar o quadro com doses baixas do tratamento de manutenção). Porém, há pré-requisitos: o paciente deve ser diagnosticado positivo para os anticorpos, ter a doença há poucos anos e não ser muito idoso.

Retirar o timo não tem resultado imediato, e o paciente deve continuar tomando os remédios. O efeito da cirurgia pode demorar de seis a 18 meses, quando alguns pacientes podem parar com a medicação, enquanto outros têm a dose diminuída.

Timectomia robótica

O procedimento mais indicado para a retirada do timo é a Cirurgia Torácica Robótica: é uma cirurgia que é feita com o uso do sistema cirúrgico da Vinci® (Intuitive Surgical EUA), um dispositivo robótico sofisticado que, como na vídeo cirurgia, permite o acesso do cirurgião dentro da cavidade torácica através de pequenas incisões de 1 cm. O cirurgião controla os movimentos do robô a partir de um console dentro da sala de cirurgia. O uso desta técnica combina a visão 3D de alta definição (HD) com o movimento articulado das pinças EndoWrist® permitindo:

  • Maior precisão de movimentos: o sistema filtra o tremor das extremidades das mãos que podem ser gerados pelos próprios batimentos cardíacos do cirurgião;
  • Maior agilidade e controle: aumentam a amplitude de movimentos dos instrumentos cirúrgicos, que são articulados e simulam os movimentos de nossos punhos e mãos, em áreas extremamente pequenas, aumentando a capacidade do cirurgião de realizar ângulos dentro da cavidade torácica;
  • Maior eficiência cirúrgica: com uma visão 3D e os movimentos ampliados, a capacidade de dissecar estruturas delicadas aumenta sensivelmente, facilitando cirurgias oncológicas que antes eram realizadas com grandes aberturas do tórax.


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Mediastino representado esquemáticamente em amarelo

O que são tumores do mediastino?

Os tumores (também chamados de neoplasias) são massas de células. Eles podem ser benignos (não câncer) ou malignos (câncer). Os tumores do mediastino são tumores que se formam no tórax, na área que separa os pulmões. Esta área chamada mediastino, é circundada pelo osso esterno na frente, a coluna vertebral atrás e os pulmões de cada lado. O mediastino contém o coração, aorta, esôfago, timo, traqueia, gânglios linfáticos e nervos. O timo é um órgão que faz parte do sistema imunológico. O sistema linfático, ou sistema linfático, também faz parte do sistema imunológico e ajuda a proteger o corpo.

Quem é afetado por tumores do mediastino?


Geralmente, os tumores do mediastino são raros. São geralmente diagnosticados em pacientes entre 30 e 50 anos, mas podem se desenvolver em qualquer idade e se formar a partir de qualquer tecido que exista ou passe pela cavidade torácica.

A localização dos tumores no mediastino varia de acordo com a idade do paciente. Em crianças, os tumores são comumente encontrados no mediastino posterior (perto das costas). Esses tumores mediastinais que geralmente começam nos nervos não são malignos (câncer). Em adultos, a maioria dos tumores do mediastino ocorre no mediastino anterior (atrás do osso esterno) e geralmente são linfomas ou timomas , tumores malignos (cancêr).

Um tumor mediastinal é sério?


Devido à sua localização, os tumores do mediastino que não são tratados podem causar graves problemas, mesmo que não sejam malignos. Entre estes se incluem: disseminação para o coração, pericárdio (o revestimento ao redor do coração) e grandes vasos (aorta e veia cava). Os tumores localizados no mediastino posterior podem causar compressão da medula espinhal.

O que causa os tumores do mediastino?


Existem vários tipos de tumores do mediastino, com suas causas ligadas ao local onde se formam nesta região anatômica.

Mediastino anterior (frontal)

  • Linfoma: Esses tumores malignos incluem a doença de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin.
  • Timoma e cisto tímico: são as causas mais comuns de tumores do timo. A maioria dos timomas é benigna e circundada por uma cápsula fibrosa. No entanto, cerca de 30% destes podem ser mais agressivos e invadir essa cápsula, invadindo outro tecido adjacente.
  • Células germinativas: são neoplasias benignas ou malignas derivadas das células germinativas, que dão origem aos espermatozoides e óvulos. Podem ocorrer dentro das gônadas (ovários ou testículos), mas também podem aparecer fora das gônadas, como no mediastino. Pacientes com doença maligna localizada têm entre 80 e 90% de sobrevida.
  • Massa mediastinal da tireoide: geralmente é um tumor benigno, como o bócio.

Mediastino médio

  • Cisto broncogênico: é um tumor benigno de origem respiratória;
  • Linfadenopatia mediastinal: é um aumento dos gânglios linfáticos;
  • Cisto pericárdico: é um tumor benigno que resulta de uma “bolsa para fora” do pericárdio (revestimento do coração);
  • Tumores da traqueia: podem ser benignos ou malignos;
  • Tumores esofágicos: podem ser benignos ou malignos;
  • Anormalidades vasculares: incluem aneurisma da artéria aorta.

Mediastino posterior (costas)

  • Tumores neurogênicos: a causa mais comum de tumores do mediastino posterior, são classificados como neoplasias da bainha nervosa, neoplasias de células ganglionares e neoplasias de células paraganglionares. Aproximadamente 70% destes tumores são benignos;
  • Linfadenopatia: refere-se a um aumento dos gânglios linfáticos;
  • Anormalidades paravertebrais: incluem anormalidades infecciosas, malignas e traumáticas da coluna torácica;
  • Anormalidades vasculares: incluem aneurismas da aorta.


Quais são os sintomas de um tumor mediastinal?


Quase 40% das pessoas que têm tumores mediastinais não apresentam sintomas. A maioria destes tumores costuma ser descoberta por um exame de imagem como radiografia de tórax ou tomografia, realizadas por outro motivo. Quando há sintomas, geralmente este se resulta da pressão exercida pelos tumores sobre as estruturas vizinhas, como a medula espinhal, o coração ou o pericárdio (o revestimento do coração), podendo incluir:

  • Tosse;
  • Falta de ar;
  • Dor no peito (um pouco raro);
  • Rubor facial;
  • Febre;
  • Suor noturno;
  • Tosse com sangue;
  • Rouquidão;
  • Perda de peso inexplicável;
  • Linfadenopatia (gânglios linfáticos inchados ou sensíveis);
  • Chiado no peito;
  • Problemas nos olhos (pálpebra caída, pupila pequena) em um lado do rosto.

Como um tumor mediastinal é diagnosticado?


Os testes mais comumente usados ​​para diagnosticar e avaliar um tumor do mediastino incluem:

  • Tomografia computadorizada;
  • Exames de sangue;
  • Ultrassom;
  • Biópsia por agulha ou aspiração ou biópsia por agulha guiada por tomografia;
  • Raio-x do tórax;
  • Ressonância magnética do tórax;
  • Endoscopia digestiva ou Broncoscopia (com ou sem ultrasson associado – EBUS /EUS)
  • Mediastinoscopia: Exame feito pelo Cirurgião Torácico onde se coloca um tubo iluminado no mediastino.

Como os tumores do mediastino são tratados?


O tratamento usado para tumores do mediastino depende do tipo de tumor e sua localização:

  • Os timomas requerem ressecção cirúrgica. Isso pode ser realizado por técnicas minimamente invasivas, como vídeotoracoscopia ou ressecção robótica ou por esternotomia mediana, uma abordagem aberta que se divide o esterno;
  • Os cânceres tímicos geralmente requerem cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
  • Os linfomas, uma vez diagnosticados, são tratados com quimioterapia seguida de radiação. A cirurgia pode ser necessária para obter tecido para confirmação do diagnóstico.
  • Os tumores neurogênicos encontrados no mediastino posterior (posterior) são tratados cirurgicamente.

Quais são os benefícios da cirurgia minimamente invasiva para tratar tumores do mediastino?

  • Diminuição da dor pós-operatória;
  • Tempo de internação mais curto;
  • Recuperação mais rápida e retorno ao trabalho;
  • Outros benefícios possíveis incluem redução do risco de infecção e menos sangramento.

Como posso prevenir tumores do mediastino?


Tumores mediastinais não podem ser evitados. No entanto, você pode melhorar suas chances de tratamento ao encontrar qualquer tumor precocemente, ou seja, em sua fase inicial. Se você tiver falta de ar, tosse ou outros sintomas com duração superior a duas semanas, entre em contato com o seu médico.

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Pectus carinatum é um defeito de nascença pouco comum, em que o esterno de uma criança se projeta para fora e para frente de maneira anormal. Este deslocamento do osso esterno e das costelas para a frente, pode dar um aspecto de “peito de pombo”. Às vezes, a deformidade não é perceptível até o chamado “estirão” de crescimento da pré adolescência.

A incidência de casos atinge cerca de 1 para cada 1.500 pessoas, mais comum em homens que mulheres, incidência familiar (cerca de 25% dos pacientes referem parentes como também portadores), representando menos que 1% da população. Entre os homens os casos dessa anomalia ocorrem três vezes mais que entre mulheres.

O que causa Pectus Carinatum?

A causa exata de seu surgimento é desconhecida. No entanto, muitos médicos acreditam que ocorra por causa de um problema com com o crescimento das cartilagem que conectam as costelas no esterno. Quando a cartilagem nas costelas cresce mais rapidamente do que os ossos, faz com que o esterno seja empurrado para fora. Há também relato de familiares que apresentam o pectus, reforçando uma ligação genética dos casos.

Tipos de Pectus Carinatum

Existem dois tipos diferentes de pectus carinatum:

  • Condrogladiolar: este tipo de pectus carinatum também é chamado de “peito de pombo” , é a forma mais comum, em que a porção média e inferior do esterno são projetadas para a frente do tórax;
  • Condromanubrial: é uma forma mais rara e complexa da doença, caracterizado pela proeminência da parte mais superior do esterno, conhecido como manúbrio.

Sintomas

Para a maioria das crianças e adolescentes, o principal problema do pectus carinatum é a aparência, pois o principal sintoma do pectus carinatum é um esterno saliente. No entanto, alguns também referem falta de ar, especialmente durante o exercício. Algumas pessoas podem relatar outros sintomas, como:

  • Sensibilidade aumentada ou dor nas áreas de crescimento anormal da cartilagem,;
  • Infecções respiratórias frequentes;
  • Asma;
  • Cansaço;
  • Dor no peito;
  • Frequência cardíaca alta.


Diagnóstico

Geralmente pode-se diagnosticar o pectus carinatum examinando o tórax. Alguns exames de imagem como tomografia computadorizada podem ajudar a determinar o grau do distúrbio, além de ajudar no planejamento de uma possível operação. Teste de função pulmonar pode ser solicitado se houver sintomas respiratórios.

Consequências psicológicas

Ocorrem devido aos desconfortos com os problemas estéticos que o pectus provoca, causado pela assimetria da caixa torácica. Deficiências estéticas em geral podem trazer transtornos psicológicos, principalmente devido ao fato de que a deformidade se acentua na adolescência, fase onde questões estéticas denotam de grande preocupação por parte dos constituintes dessa faixa etária.

O desconforto com a própria estética pode levar a comportamentos que o paciente julga contornar a questão, o que pode afetar a personalidade, auto-estima e hábitos, como expor o tórax e optar por vestimentas que escondam a deformidade.

Tratamento

A decisão de tratar depende da severidade do defeito e o grau de comprometimento do bem-estar psicossocial.

Embora o reparo cirúrgico seja uma opção para pessoas com pectus carinatum acentuado ou pacientes com graves distúrbios psicossociais, o uso de uma cinta para ajudar a achatar o tórax pode ser o tratamento de escolha para crianças cujos ossos ainda estão em crescimento. O problema é que este dispositivo deve ser usado por pelo menos 18 horas por dia, o que ás vezes causa abandono no tratamento, mas quando suportado, os resultados podem começar a ser vistos em apenas alguns meses

O tratamento cirúrgico quando indicado, seja através da implantação de barras metálicas, transitórias, até a cirurgia de remodelação da parede toracica anterior, conhecida por técnica de Ravich. Este procedimento é uma operação cirúrgica que envolve a remoção das cartilagens anormais e o reposicionamento do esterno em uma posição normal dentro do tórax. Algumas pessoas podem precisar de uma pequena barra de titânio colocada no fim da cirurgia, para estabilizar o esterno.

Práticas esportivas podem corrigir a postura, mas não corrigem o pectus. Os tratamentos cirúrgicos podem ser indicados para todos os tipos de pectus e podem ser realizados em qualquer idade (geralmente entre os 8 até os 60 anos). Muitos trabalhos científicos demonstram os benefícios de se realizar a cirurgia para tratamento dos pectus na infância, pois evita uma série de sequelas psicológicas.

Expertise


Nossos cirurgiões têm vasta experiência no tratamento de crianças com pectus carinatum, tanto com próteses externas como com a cirurgia. O Pectus carinatum é raro, mas nossa equipe já viu centenas de crianças e adultos com esse distúrbio.

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Pneumotórax é definido como a presença ou acúmulo de ar ou gás na cavidade pleural, isto é, o espaço entre a pleura visceral e parietal do pulmão, finas membranas que recobrem este órgão e a parede torácica por dentro do tórax. Quando um pneumotórax acontece, a oxigenação e a respiração da pessoa ficam comprometidas. Dependendo do grau de colapso do pulmão no lado afetado, pode haver risco de vida.

CLASSIFICAÇÃO

Pneumotórax pode ser classificado em espontâneo, quando não decorre de uma ação traumática sobre o tórax e traumático, quando surge em função da presença de traumatismo torácico.

Causa de pneumotórax

  • Trauma no tórax: qualquer lesão contusa ou penetrante em seu tórax pode causar colapso pulmonar. Algumas lesões podem ocorrer durante agressões físicas ou acidentes de carro, enquanto outras podem ocorrer inadvertidamente durante procedimentos médicos;
  • Doença pulmonar: O tecido pulmonar doente tem maior probabilidade de apresentar pneumotórax. Danos pulmonares podem ser causados ​​por vários tipos de doenças, incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibrose cística, pneumonia ou outras infecções pulmonares;
  • Ruptura de bolhas de ar: pequenas bolhas de ar podem se desenvolver nos pulmões. Essas bolhas às vezes estouram, permitindo que o ar vaze para o espaço que circunda os pulmões (espaço pleural);
  • Ventilação mecânica: um tipo grave de pneumotórax pode ocorrer em pessoas que precisam de assistência mecânica para respirar. O pulmão pode entrar em colapso completamente. Ocorreu bastante em paciente intubados portadores de COVID 19.

O pneumotórax pode ser espontâneo, quando é causado pela ruptura de um cisto ou de um pequeno saco (bolha) na superfície do pulmão, também pode ocorrer após uma lesão na parede torácica, como uma costela fraturada ou uma lesão penetrante no tórax (arma de fogo ou arma branca). Um pneumotórax também pode se desenvolver como resultado de doenças pulmonares subjacentes, como:

pneumotórax espontâneo pode ser dividido em dois tipos:

  • Primário: quando o paciente não é portador de doença pulmonar prévia, exceto pela existência de pequenas bolhas subpleurais (blebs), normalmente situadas no ápice pulmonar;
  • Secundário: decorrente de uma doença pulmonar conhecida ou em curso. como enfisema, tuberculose , fibrose cística, asma ou até câncer de pulmão.

Pneumotórax espontâneo geralmente resulta do rompimento de pequenas bolhas em torno dos pulmões. As causas de pneumotórax são variados e incluem o fumo, ou patologia de outras doenças, tais como a doença pulmonar obstrutiva crónica ou enfisema. Em geral, os homens têm muito mais probabilidade de ter pneumotórax do que as mulheres. O tipo de pneumotórax causado por bolhas de ar rompidas é mais provável de ocorrer em pessoas entre 20 e 40 anos de idade, especialmente se a pessoa for muito alta e magra.

O cigarro causa uma inflamação das vias aéreas, facilitando não só a formação de bolhas na pleura, mas também o seu rompimento. Por este motivo, o cigarro é o principal fator de risco para o pneumotórax espontâneo. Lembrando que o vilão do pneumotórax não é apenas o cigarro: uso de maconha também está relacionado a episódios de pneumotórax, principalmente pelo ato de inalar profundamente a fumaça e mantê-la mais tempo presa dentro dos pulmões

SINTOMAS

Os principais sintomas do pneumotórax que podem ser observados:

  • Dor no peito que geralmente tem início súbito, repentino;
  • A dor é aguda e pode causar sensação de aperto no peito;
  • Falta de ar;
  • Frequência cardíaca rápida;
  • Respiração rápida;
  • Tosse;
  • Fadiga intensa.

TRATAMENTO POR CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA (videocirurgia ou cirurgia robótica)

As técnicas minimamente invasivas são sempre a primeira opção no tratamento do pneumotórax. Nestes casos a cirurgia consiste em remover as formações bolhosas em torno dos pulmões. Um procedimento adicional também é realizado para fundir a superfície do pulmão com o interior da parede da caixa, para impedir a ocorrência de uma repetição do pneumotórax .

Somos altamente qualificados para realizar até mesmo as mais avançadas técnicas cirúrgicas para todas as formas de pneumotórax. Podemos orientar passo a passo, para que você entenda o processo e se sentir confortável com as opções de tratamento.

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Hiperidrose é uma condição médica na qual a pessoa transpira excessivamente e de forma imprevisível, maior que as próprias necessidades fisiológicas do corpo. A doença de causas ainda desconhecidas atinge atualmente cerca de 6 milhões de pessoas apenas em nosso país.

Pessoas com Hiperidrose podem suar mesmo quando a temperatura é amena ou quando estão em repouso.

Locais mais comuns de Hiperidrose localizada: crânio-facial, axilar, palmar, inguinal e plantar.

Além de ser uma condição médica, a Hiperidrose causa angústia e ansiedade em seus portadores, já que a transpiração excessiva aparece sob a forma de manchas nas roupas e mãos úmidas, causando constrangimentos nas relações profissionais e pessoais. O stress gerado em resposta a essas emoções pode agravar o quadro. Geralmente a Hiperidrose surge na infância e agrava-se com o passar do tempo, principalmente no inicio da adolescência


Hiperidrose PALMAR E AXILAR

A transpiração ajuda o corpo a perder calor. Na maioria dos casos, é perfeitamente natural. Pessoas suam mais em temperaturas quentes, sob a realização de exercício ou em resposta a situações que as deixam nervosas, irritadas, envergonhadas ou com medo, ou seja, situações onde há liberação de adrenalina pelo sistema nervoso autonômico simpático.

No entanto, em algumas pessoas uma resposta deste sistema em excesso causa transpiração excessiva e na maioria das vezes um suor incontrolável, podendo levar a um desconforto significativo, tanto físico como emocional. Em alguns casos pode haver até limitação profissional como por exemplo: músicos, trabalhadores da área da saúde, advogados, etc.

Quando a transpiração excessiva afeta as mãos, pés e axilas, ela é chamada Hiperidrose primária ou focal. A Hiperidrose primária afeta 2-3% da população, mas menos de 40% dos pacientes com esta condição procura assistência médica. Na maioria dos casos de Hiperidrose primária, nenhuma causa pode ser encontrada, parecendo ter causa congênita.

Se a sudorese ocorre como resultado de uma outra condição médica, é chamado de hiperidrose secundária. O suor pode ser por todo o corpo, ou em uma área localizada, que podem ser causadas pelas seguintes condições:

  • Hipertireodismo
  • Condições de ansiedade
  • Certos medicamentos e substâncias de abuso tóxico (dipirona, anfetamina, por exemplo)
  • Controle dos distúrbios de glicose
  • Menopausa
  • Doença cardíaca
  • Doença pulmonar
  • Lesão da medula espinhal
  • Tuberculose ou outras infecções

Sintomas

O principal sintoma da Hiperidrose é o suor em excesso com ou sem repercussão social. Quando há limitação social bem estabelecida, uma avaliação especializada é indicada para tratamento definitivo com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do portador desse distúrbio. O Quadro pode ser acompanhado de rubor facial e um sentimento de embaraço ,que frequentemente, é seguido de uma forte vontade de escapar da situação que os originou. Este momento caracteriza uma situação denominada fobia social.

Exames e Testes

Sinais visíveis de sudorese pode ser observado durante a visita a um médico. Uma série de testes também podem ser usados para diagnosticar a transpiração excessiva como um simples teste de papel. Um papel absorvente é colocado sobre a área afetada para absorver o suor, e depois pesado para avaliar o suor acumulado.

Outros sintomas podem estar presentes, por exemplo:

  • Perda de peso
  • Batimentos cardíacos acelerados
  • Mãos frias ou úmidas
  • Febre
  • Falta de apetite

Tratamento

Antitranspirantes. Produtos que contêm 10% a 15% de cloreto de alumínio hexa-hidratado são a primeira linha de tratamento para a Hiperidrose axilar. Para alguns pacientes podem ser prescrito um produto que contenha uma maior dose de cloreto de alumínio, que é aplicado à noite para as zonas afetadas. Antitranspirantes pode causar irritação na pele e grandes doses de cloreto de alumínio pode danificar a roupa.

Medicamentos. Anticolinérgicos ajudam a prevenir a estimulação das glândulas sudoríparas. Embora eficaz para alguns pacientes, estas drogas não foram estudados, bem como outros tratamentos. Os efeitos colaterais incluem boca seca, tonturas e problemas com a micção. Beta-bloqueadores ou benzodiazepínicos podem ajudar a reduzir o stress relacionados com o suor mas não tratam a causa.

A toxina botulínica (Botox) pode ser utilizada no tratamento da Hiperidrose axilar severa. Pequenas doses da toxina botulínica purificada tendem a bloquear temporariamente os nervos que estimulam o suor. Os efeitos colaterais incluem dor no local da injeção e sintomas de gripe. Quando utilizada para a transpiração das palmas das mãos pode causar fraqueza local leve (temporária) e dor intensa. Esta opção de tratamento deve ser realizada a cada 4 meses aproximadamente e seu custo pode chegar a R$ 3.000,00 por sessão.

SIMPATECTOMIA TORÁCICA POR VIDEOTORACOSCOPIA

É um procedimento minimamente invasivo e cosmeticamente aceitável, pois a incisão é realizada na região axilar com um diâmetro de aproximadamente 4 mm. É tratamento definitivo mais recomendado. O procedimento é baseado tecnicamente em “desligar” o sinal que diz ao corpo a suar excessivamente. Geralmente é feito em pacientes com distúrbio social bem estabelecido e ou com limitação profissional pela Hiperidrose palmar ou axilar. A Hiperidrose palmar e axilar tratada com a Videotoracoscopia apresenta uma satisfação do paciente em cerca 97% dos casos.


Sobre a Cirurgia

Sob anestesia geral ou sedação, o cirurgião faz uma incisão pequena na região axilar com um diâmetro de aproximadamente 4 mm.
Através deles coloca-se um endoscópio (tubo fino com uma câmera em sua ponta) e uma ponta de bisturi harmônico, que vibra em alta velocidade e não gera calor, sendo capaz de ter a mesma precisão do laser.

A visualização do interior do tórax é feita por um monitor para de alta resolução (próprio para videocirurgia). Após a cirurgia, a pequena incisão é fechada com cola biológica. O paciente acorda da anestesia já com as mãos ou axilas secas. A cirurgia por Videotoracoscopia é menos dolorosa (desconforto menor), tem menos complicações no pós-operatório, podendo ser feito em regime de hospital dia. A recuperação requer um mínimo tempo de quatro dias.

A cirurgia pode causar efeitos secundários em 12% dos pacientes, como a sudorese compensatória. Se isso ocorrer, os pacientes podem experimentar sudorese excessiva geralmente nas costas, barriga, coxas ou pernas – ao invés das mãos e axilas.
Mesmo tendo um índice baixíssimo de complicações, certifique-se de discutir todos os potenciais riscos e efeitos colaterais com o seu cirurgião antes de decidir pelo tratamento cirúrgico.

Resultado estético após 5 dias de uma simpatetomia Uniportal

Algumas das causas da Hiperidrose podem ser graves. Consulte um médico se você tem sudorese excessiva com as características abaixo:

  • Transpiração prolongada, excessiva e inexplicável;
  • Distúrbio social causado pelo suor excessivo;
  • Sudorese associada ou não a dor ou pressão no peito;
  • Suor com perda ou ganho de peso;
  • Sudorese que ocorre mais frequentemente durante o sono;
  • Hiperidrose com febre, emagrecimento, dor no peito, falta de ar, ou um batimento cardíaco rápido: esses sintomas podem ser sinal de uma doença em evolução, como o hipertireoidismo.

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Referências

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